Back
 JWARP  Vol.10 No.1 , January 2018
Classification of the Juturnaíba Dam: Potential Risk and Damage
Abstract: A Dam Safety Program aims to reduce the risks to human life, property, and the environment from dam related hazards. In Brazil, despite of the contemporary law about dam safety, there is still no cadastral information nor the classification of risk and associated potential damage to all dams. Besides that, the recent disaster caused by the failure of the Fundão dam, located in Mariana city, Minas Gerais State, is an issue that aggravates the urgency of preventive measures and plans for disaster action. The present study proposes to classify the Juturnaíba dam, which maintains the largest reservoir for water supply in the state of Rio de Janeiro, Southeast region of Brazil. It was sought to analyze the risks and potential damage associated with the dam, in accordance with two classifications: one from the Brazilian Dams Committee and the other from the National Water Resources Council. It was possible to conclude that the Juturnaíba dam potentially presents high risk and associated high rates of damage, both regarding losses of human lives and regarding environmental and socioeconomic impacts. This is mainly due to the poor state of conservation that it currently presents. It is recommended that future studies should assess the slope stability of the earth dam, and that repair work should be implemented on the degraded concrete structures, with recuperation or installation of instruments that would enable monitoring of possible movement of the earth dam.
Cite this paper: da Hora Rocha, M. and Miranda Neto, M. (2018) Classification of the Juturnaíba Dam: Potential Risk and Damage. Journal of Water Resource and Protection, 10, 1-19. doi: 10.4236/jwarp.2018.101001.
References

[1]   Mônica de Aquino Galeano da Hora, R. and Mônica de Aquino Galeano Massera da, H. (2016) Crise e escassez da água: A questão da segurança hídrica e a alternativa pela construção de barragens. In: I Congresso Brasileiro de Redução de Riscos de Desastres, 1., 2016, Curitiba: CEPED/PR, UNESPAR e UP, 1-7.

[2]   ANA, Agência Nacional de águas (2016) Relatório de segurança de barragens 2015. ANA, Brasília,186.

[3]   Euclydes, C.J. (2014) Estudo de propagação de ondas em planície de inundação para elaboração de plano de ação emergencial de barragens: UHE Três Irmãos estudo de caso. 2014. 189 f. Dissertação (Mestrado em Recursos Hídricos)—Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Ilha Solteira, SP.

[4]   Maria Teresa, V. and António Betamio de, A. (2011) Gestão do risco nos vales a jusante de barragens. Territorium: Revista Portuguesa de riscos, prevenção e seguranãa, 18, 33-42.

[5]   Rogério Moraes, N. and Jonatan Garrido, J. (2015) Aplicação das matrizes de classificação de risco e dano potencial associado da Lei 12.334 na UHE Itaúba—Rio Jacuí/RS. In: 15 Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental, 15, 2015, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: ABGE, 2015, 1-10.
http://cbge2015.hospedagemdesites.ws/trabalhos/trabalhos/284.pdf

[6]   Monica Resio, Z. (2005) Metodologia para avaliação da segurança de barragens. 2005. 207p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil)—Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Campinas, SP.

[7]   Rio de Janeiro (Estado) (2015) Secretaria do Ambiente. Instituto Estadual do Ambiente. Relatório de Vistoria na barragem de Juturnaíba—RV 0003/15. Relatório. Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 2015, 6.

[8]   Rio de Janeiro (Estado) (2015) Secretaria do Ambiente. Instituto Estadual do Ambiente. Relatório de Vistoria conjunta na barragem de Juturnaíba—RVC 0010/15. Relatório. Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 2015, 9.

[9]   Eletrobras, Eletrobras Centrais Elétricas Brasileiras SA (1987) Guia para Cálculo de Cheia de Projeto de Vertedores. Manual. Rio de Janeiro: Diretoria de Planejamento e Engenharia, 294.

[10]   Fontenelle, Alexandre de Sousa (2007) Proposta Metodológica de Avaliação de Riscos em Barragens do Nordeste Brasileiro—Estudo de Caso: Barragens do Estado do Ceará. Tese (Doutorado em Engenharia Civil)—Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 214.

[11]   ICOLD, International Commission On Large Dams (1995) Dam Failures Statistical Analysis. Bulletin, 99, 76.

[12]   Brasil, Lei 12.334 (2010) Política Nacional de Segurança de Barragens. Presidência da República. Diário Oficial da União, No. 181, 21 set., Seção 1. Brasília, 2010, 1-3.

[13]   Brasil, Resolução 143 (2012) Conselho Nacional de Recursos Hídricos. Diário Oficial da União, No. 172, 4 set., Seção 1. Brasília, 2012, 149-152.

[14]   Gustavo Carneiro de, N. (2009) Avaliação hídrica do Lago de Juturnaíba como alternativa de abastecimento de água do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro—COMPERJ. Monografia (Especialização em Gestão Ambiental)—Laboratório de Tecnologia, Gestão em Negócios e Meio Ambiente, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 64.

[15]   WWF, World Wildlife Fund (2017) Case Study on River Management: São João.
http://wwf.panda.org/about_our_earth/about_freshwater/rivers/irbm/cases/sao_joao_river_case_study_cfm/

[16]   COSTA Helder (1999) Subsídios para gestão dos recursos hídricos das bacias hidrográficas dos rios Macacu, São João, Macaé e Macabu. SEMA, Rio de Janeiro.

[17]   CUNHA Sandra Baptista da (1995) Impactos das obras de engenharia sobre o ambiente biofísico da bacia do rio São João (Rio de Janeiro-Brasil). Tese, Doutorado em Geografia Física, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, Lisboa, 415 p.

[18]   ICMBio. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Unidades de Conservação Mata Atlantica.
http://www.icmbio.gov.br/portal/rebio-de-poco-das-antas

[19]   COHIDRO (2008) Serviços de Hidrometria nos rios São João, Capivari e Bacaxá-Levantamentos Batimétricos na Lagoa de Juturnaíba. Relatório. COHIDRO Consultoria, Estudos e Projetos Ltda, Rio de Janeiro.

[20]   CRUZ Paulo Teixeira da (1983) A Barragem de Juturnaíba-Breve história com ilustraç ões. Relatório. Rio de Janeiro, 53 p, Cópia autenticada do Acervo do Arquivo Nacional.

[21]   Departamento Nacional de Obras de Saneamento (1979) Barragem de Juturnaíba—Modelo de Vertedouro em Zig-Zag-Planta-Seç ões-Detalhes. Desenho no 3479, Proc. no 455 Escala 1:1000, Cópia do Acervo do Arquivo Nacional.

[22]   Projetos e Consultorias de Engenharia Ltda (1997) Barragem e Reservatório de Juturnaíba—Investigações e estudos das condições de segurança e operacionais— Manual de operação e manutenção, No PJ208-RTJUT03. Relatório. Rio de Janeiro, dezembro de, 23 p.
http://www.lagossaojoao.org.br/operacao_barragem_reservatorio_juturnaiba.pdf

[23]   PROLAGOS (2016) Barragem de Juturnaíba—Relatório Final. Relatório. Rio de Janeiro, 81 p.

[24]   BORGES (1991) José Bernardino. Análise do adensamento da fundação da barragem de Juturnaíba. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 173 p.

[25]   Coutinho, R.Q. (1986) Aterro experimental instrumentado levado à ruptura sobre solos organicos-argilas moles da Barragem de Juturnaíba. Tese Doutorado em Engenharia Civil, Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 632 p.

[26]   Rocha, Mônica de Aquino Galeano da Hora (2017) Avaliação do risco de galgamento pela passagem da cheia decamilenar sobre a Barragem de Juturnaíba, localizada na bacia do rio São João, estado do Rio de Janeiro. Dissertação, Mestrado em Defesa e Segurança Civil, Programa de Pós-graduação em Defesa e Segurança Civil, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 125f.

[27]   BARRA DE SÂO JOÂO. Informações sobre a cidade.
http://www.barradesaojoao-rj.org/portugues/01_cidade/02_cidade/02_cidade.html

 
 
Top