CE  Vol.6 No.9 , June 2015
The Indigenous Education and the Emergence Ethnic in Southern Brazil: An Approach from the State of Santa Catarina
ABSTRACT
The condition of social exclusion is a feature among Brazilian indigenous communities. However, the consolidation of indigenous organizations and the provision of specific public policies, including those related to indigenous school education, has contributed to the emergence of ethnic indigenous collective in Brazil. Analyzing this social process in the State of Santa Catarina (Brazil), as well as their relation with the development of indigenous school education in South Brazil is the objective of this article.

Cite this paper
da Costa, M. , Orço, C. and Carbonera, M. (2015) The Indigenous Education and the Emergence Ethnic in Southern Brazil: An Approach from the State of Santa Catarina. Creative Education, 6, 855-866. doi: 10.4236/ce.2015.69088.
References
[1]   Bartolomé, M. A. (2006). Como etnogêneses: Velhos atores e novos papéis no cenário cultural e político. Mana. Rio de Janeiro, 12, 39-68.

[2]   Bonin, I. T. (1998). Professores indígenas: Resistência em movimento. Conferência ameríndia de educação, Congresso de Professores Indígenas do Brasil, Cuiabá: Secretaria de Estado de Educação/Conselho de Educação Escolar Indígena de Mato Grosso.

[3]   D’Angelis, W. (1989). Para uma história dos índios do Oeste catarinense. Cadernos do CEOM. Chapecó (SC), 4, 7-81.

[4]   Darella, M. D. P. (2007). Articulação política dos índios Guarani e projetos de desenvolvimento no litoral de Santa Catarina. Porto Alegre: VII RAM, UFRGS.

[5]   Darella, M. D. P., & Litaiff, A. (2000). Os índios Guarani Mbyá e o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Brasília: XXII Reunião Brasileira de Antropologia.

[6]   Ferreira, M. K. L. (2001). Antropologia, história e educação: A questão indígena e a escola (2nd ed.). São Paulo: Global.

[7]   Gonçalves, D. G. (2010). Biodiversidade e conhecimentos tradicionais associados: Um estudo da realidade kaingang e Guarani da reserva indígena de Guarita-redentora—RS. Master’s Thesis, Caxias do Sul: Universidade de Caxias do Sul.

[8]   IBGE (2012). Os indígenas no Censo Demográfico 2010: Primeiras considerações com base no quesito cor ou raça. Rio de Janeiro: Diretoria de Estatística.
http://www.ibge.gov.br/indigenas/indigena_censo2010.pdf

[9]   INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (2013). Microdados Censo Escolar (2005- 2011).
http://portal.inep.gov.br/basica-levantamentos-acessar

[10]   IWGIA (2011). Annual Report 2010. Copenhagen: Editora IWGIA.

[11]   Kern, A. A. (1994). Antecedentes indígenas. Porto Alegre: Editora UFRGS.

[12]   Langdon, E. J., & Wiik, F. B. (2008). Festa de inauguração do Centro de Turismo e Lazer: Uma análise da performance identitária dos Laklãnõ (Xokleng) de Santa Catarina. ILHA: Revista de Antropologia, 10, 172-198.
http://dx.doi.org/10.5007/2175-8034.2008v10n1p171

[13]   Langer, P. P., & Cemin, V. (2003). Conflitos étnicos no Oeste de Santa Catarina: Diáspora e reagrupamento no Araçá’i. Cadernos do CEOM, 18, 243-260.

[14]   Luciano, G. S. (2006). O índio brasileiro: O que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil hoje. Brasília: Ministério de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade: Rio de Janeiro: LACED/Museu Nacional, Volume 1. (Coleção Educação Para Todos).

[15]   Luciano, G. S. (2011). Educação para o manejo e domesticação do mundo entre a escola ideal e a escola real: Dilemas da educação escolar indígena no Alto Rio Negro. Ph.D. Thesis, Brasília: Universidade de Brasília.

[16]   Oliveira, R. C. (2006). Caminhos da identidade: Ensaios sobre etnicidade e multiculturalismo. São Paulo: Editora Unesp; Brasil: Paralelo, 15.

[17]   Orço, C. L. (2008). Educação indígena: Fronteiras culturais e inclusão social: Análise da Terra Indígena Xapecó. Master’s Thesis, Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo.

[18]   Piovezana, L. (2007). Educação Escolar Indígena: Os Kaingang no oeste catarinense. Chapecó: Argos.

[19]   Santa Catarina (1998). Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Proposta Curricular de Santa Catarina:Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Temas Multidisciplinares. Florianópolis: COGEN.

[20]   Santa Catarina (2005). Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia. Documento base de orientação pedagógica/administrativa: Educação básica e profissional. Florianópolis: COGEN.

[21]   Santa Catarina (2009). Constituição do Estado de Santa Catarina 1989. Florianópolis: Assembleia Legislativa.
http://www.alesc.sc.gov.br/portal/legislacao/docs/constituicaoEstadual/CESC_16_11_2009.pdf

[22]   Santos, S. C. (2007). Ensaios oportunos. Florianópolis: Academia Catarinense de Letras e Nova Letra.

[23]   Scopel, R. P. D. (2005). O agente indígena de saúde Xokleng: Por um mediador entre a Comunidade Indígena e o Serviço de Atenção Diferenciada à Saúde—Uma abordagem da Antropologia da Saúde. Master’s Thesis, Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina.

[24]   SIASI. Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena. Microdados. Fundação Nacional de Saúde. Ministério da Saúde. Brasil.
http://sis.funasa.gov.br/siasi/

[25]   Silva, R. H. D. (2000). A autonomia como valor e articulação de possibilidades: O movimento dos professores indígenas do Amazonas, de Roraima e do Acre e a construção de uma política de educação escolar indígena. Cadernos CEDES, 19, 62- 75.

[26]   Tommasino, K. (2001). Terras indígenas Kaingang. Londrina: FUNAI/ISA.
http://pib.socioambiental.org/pt/povo/kaingang/285

[27]   Wiik, F. B. (2001). Contato, epidemias e corpo como agentes de transformação: um estudo sobre a AIDS entre os índios Xokleng de Santa Catarina, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 17, 397-406.
http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2001000200014

 
 
Top