CE  Vol.5 No.21 , November 2014
Education and Health: Epidemiological Indicators Can Improve the Continuing Education Process
ABSTRACT
In the field of Health Education, understanding human development is essential, taking into account a set of actions that can promote the protection and care to a better child development, so we researched about the evolution in epidemiological indicators related to child development, through literature review and systematic data collected on public system, in Rio Grande do Sul, a state in south Brazil. For this, we do a review that brought together elements of updated on epidemiological and social indicators: changes in the understanding of the processes health and disease, various public health policies that influence personal and social behaviors, especially for parents and caregivers of children. The findings allow seeing that data about child with low birth weight are inversely proportional to the number of years of parents study, mainly from 8 years of schooling; that actions of Health Education can be aimed at doctors, caregivers and pregnant; and that reference systems ensure correct referrals. As ultimate implications, we suggest public policies that enable reduce neonatal mortality by investing in access more the formal Education, encouraging at least the completion of elementary education. We can also encourage medical continuing processes that can observe continually the data that are contained in several public data systems.

Cite this paper
Faustini, É. , Stobäus, C. and Mosquera, J. (2014) Education and Health: Epidemiological Indicators Can Improve the Continuing Education Process. Creative Education, 5, 1873-1881. doi: 10.4236/ce.2014.521209.
References
[1]   Brazil (2000). Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN) (Program for Humanization of Prenatal and Birth). Brasilia: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde.

[2]   Brazil (2001). Portaria n°. Brasília: Ministério da Saúde, Diário Oficial, 14 de maio de 2001. (Brasilian Law)

[3]   Brazil (2004). Portaria GM/MS n° 1258. Brasília, 28 de junho de 2004. (Brasilian Law)

[4]   Carvalho, S. R. (2004). As Contradições da Promoção à Saúde em Relação à Produção de Sujeitos e a Mudança Social (Contradictions of Health Promotion Related with the Subjects Production and Social Challenge). Ciência & Saúde Coletiva, 9, 669-678.
http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232004000300018

[5]   Drumond, E., Machado, C. J., & França, E. (2007). Óbitos Neonatais Precoces: Análise de Causas Múltiplas de MortepeloMétodo Grade of Membership (Early Neonatal Mortality: Analysis of Multiple Cause of Death by Grade of Membership Method). Cadernos de Saúde Pública, 23, 157-166.

[6]   Duarte, C. M. (1992). Qualidade de Vida e Indicadores de Saúde: Aspectos da mortalidade Infantil no Estado do Rio de Janeiro e suas Regiões (Quality of Life and Health Indicators: Aspects of Infant Mortality in the State of Rio de Janeiro and Its Regions). Cadernos de Saúde Pública, 8, 414-417.

[7]   Formigli, V. L. A. et al. (1996). Avaliação da atenção à saúde através da investigação de óbitos infantis (Evaluation of Health Care through Research of Infant Deaths). Cadernos de Saúde Pública, 12, 33-412.

[8]   Gomes, M. A., & Pereira, M. L. D. (2005). Família em Situação de Vulnerabilidade Social: Uma Questão de Políticas Públicas (Family in Social Vulnerability Situations: Issue of Public Policy). Ciência & Saúde Coletiva, 10, 357-363.
http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232005000200013

[9]   Goulart, L. M. H. de F. et al. (2003). Avaliação da Ação de Vigilância à Morbimortalidade Infantil na periferia de belo Horizonte, Minas Gerais (Evaluation of Child Morbidity Surveillance Action on Belo Horizonte Periphery, Minas Gerais). Revista Brasileira de saúde Materno-Infantil, 3, 291-301.

[10]   Goulart, L. M. H. de F., Somarriba, M. G., & Xavier, C. C. (2005). A Perspectiva das Mães sobre o Óbito Infantil: Uma Investigação além dos números (Mother’s Perspective on Child Death: Inquiry beyond the Numbers). Cadernos de Saúde Pública, 21, 715-723.

[11]   Mansano, N. H. et al. (2004). Comitês de Prevenção da Mortalidade Infantil no Paraná, Brasil: Implantação e Operaciona- lização (Prevention of Infant Mortality Committees in Paraná, Brazil: Implementation and Operationalization). Cadernos de Saúde Pública, 20, 329-332.

[12]   Menezes, A. M. B. et al. (1996). Mortalidade Infantil em duas Coortes de Base Populacional no Sul do Brasil: Tendências e Diferenciais (Infant Mortality in Two Population-Based Cohorts in Southern Brazil: Trends and Differentials). Cadernos de Saúde Pública, 12, 79-86.

[13]   Menezes, A. M. B. et al. (1998). Fatores de Risco para Mortalidade Perinatal em Pelotas, RS, 1993 (Risk Factors for Perinatal Mortality in Pelotas, Brazil, 1993). Revista de Saúde Pública, 32, 209-216.
http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89101998000300002

[14]   Mosquera, J. J. M., & Stobäus, C. D. (1984). Educação para a Saúde: Desafios para Sociedades em Mudança (Health Edu- cation. Challenges for Changing Societies) (2nd ed.). Porto Alegre: DC. Luzzatto Editora.

[15]   Passebon, E., Bloch, K. V., Kale, P. L., & Coeli, C. M.(2006). Associação entre Peso ao Nascer e Mortalidade Infantil no Município de Campos dos Goytacazes—RJ (Association between Birth Weight and Infant Mortality in the City of Goytacazes—RJ). Cadernos de Saúde Coletiva, 14, 283-296.

[16]   Rio Grande do Sul (2003a). Resolução n°146/2003—CIB/RS. Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 22 de outubro de 2003. (State Law)

[17]   Rio Grande do Sul (2003b). Resolução n° 147/2003—CIB/RS. Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 12 de setembro de 2003. (State Law)

[18]   Rio Grande do Sul (2005). Estatísticas de Saúde: Mortalidade 2004. Núcleo de Informações em Saúde, Secretaria da Saúde, Statistics in Health, Mortality Statisticts 2004, Porto Alegre.

[19]   Silveira, D. S., dos Santos, I. S., & da Costa, J. S. D. (2001). Atenção Pré-Natal na Rede Básica: Uma Avaliação da Estrutura e do Processo (Prenatal Care in the Basic Network: Assessment of the Structure and Process). Cadernos de Saúde Pública, 17, 131-139.

[20]   Stobäus, C. D., & Mosquera, J. J. M. (2004). Criatividade (Criativiy). In J. C. Lane, N. A. Andreollo, & M. Mantovani (Eds.), O Processo de Ensino e Aprendizagem em Medicina (The Process of Teaching and Learning in Medicine) (2nd ed., pp. 155-156). São Paulo: Fundo editorial Byk.

 
 
Top